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Pais devem incentivar filhos a ter uma alimentação saudável

Educação NutricionalUm dia você se dá conta que seu filho está acima do peso e pensa: “ele pode fazer aquela dieta que eu fiz”. Não é bem assim. Adultos e crianças são diferentes e têm necessidades distintas. Por isso, aquele regime que lhe ajudou a perder uns quilinhos pode ser prejudicial para os pequenos.

De acordo com a nutricionista clínica Juliana Dragone, as exigências nutricionais mudam a cada fase da infância. “A dieta de uma criança não serve para outra. Repetir a fórmula de um adulto, então, é impensável.” Ela salienta, ainda, que os pais devem incentivar os filhos a ter hábitos melhores do que eles mesmos. “Se o pai não come beterraba, deve incentivar o filho a comer.”

Chefe do Serviço de Nutrologia Pediátrica do Instituto de Pediatria Martagão Gesteira da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Hélio Rocha destaca que dietas com restrição de nutrientes são recomendadas apenas em casos especiais. Por outro lado, alguns alimentos devem ser consumidos com cautela, independentemente da idade. Afinal, o que podemos ou não fazer na dieta das crianças? Confira, na galeria a seguir, esclarecimentos para as dúvidas mais comuns. Em fase de crescimento, os pequenos têm necessidades diferentes dos pais.

A prevalência da obesidade infantojuvenil subiu 240% em 20 anos. Na opinião de Flávia Morais, coordenadora de nutrição da Mundo Verde, “independente da idade, os pais devem sempre dar o exemplo e orientar a escolha dos filhos”. “Mas, a partir dos 8 ou 9 anos, a criança já é capaz de dizer o que prefere comer num mesmo grupo de alimentos, por exemplo, escolher entre cenoura ou beterraba”.

Se é na infância que o hábito alimentar se forma, a criança deve escolher com a variedade que lhe é oferecida em casa. O que deve ser evitado é dar-lhe o direito de escolha no supermercado, onde as opções não saudáveis são as que mais despertarão a atenção dos pequenos. “Quando ela tem contato com frutas e vegetais de uma forma geral desde cedo, e sem obrigação em comer, será muito mais fácil a aceitação desses alimentos”, afirma Gabriela Marcelino, nutricionista da Congelados da Sônia (RJ). Segundo ela, “a vontade da criança em alimentar-se sozinha surge gradativamente, pois existe curiosidade e desejo de explorar o novo., o que deve ser incentivado para que a criança comece a criar independência”, completa.

Fonte acessada: Revista Fique Sabendo

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